quarta-feira, 24 de setembro de 2014

DE VARZEA GRANDE, PALMA A COREAÚ. 144 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA




O município de Coreaú, localizado na Zona Norte do Estado, situado as margens do rio que dar origem ao seu nome, tem sua população estimada em mais de 21.000 habitantes, comemora na data de hoje 144 anos de emancipação política. Quando ainda era denominada Várzea Grande pertenceu à freguesia de Granja e em 1970 passou ao porte de município. No passado também já foi conhecida como Palma, referência dada pela fabricação de broa feita da fécula da mandioca.
Em pleno século XXI, a cidade ainda conserva hábitos de interior, lugar aprazível de povo acolhedor, um grande celeiro de talentos e que possui uma vasta gama de filhos ilustres espalhados por todo país.  O nosso Município é composto também de muitas riquezas naturais, o rio Juazeiro, perene durante todo ano, o açude Angico, do Boqueirão além do da serra da Penamduba.

Neste, 24 de setembro de 2014, queremos parabenizar a todo povo coreauense, os que aqui residem, e os filhos desta terra espalhados pelos recantos desse País continental, apenas quero dizer que cada um de nós também somos responsáveis pelo crescimento educacional, cultural, social e econômico da terrinha.

Parabéns  Coreaú! teu povo te saúda. 

Por Leonardo Pildas. 


      Hoje, 24 de setembro de 2014, o Munícipio de Coreaú completa 144 anos de emancipação política.
São muitos os fatos e vários os personagens que fizeram a nossa história. Uma história, diria eu, num contexto geral, extremamente bonita, permeada de prosa e poesia.
Leonardo Pildas de Menezes Cavalcante, ou simplesmente Pildas, pesquisador inveterado, insigne memorialista, sempre tem buscado - como antes eu dissera, noutra oportunidade - motivado pelo amor incondicional que tem a nossa terra e com sua inconfundível sensibilidade, mostrar nossos costumes e tradições. Sua obra “Coreaú (1702-2002)” é um retrato fiel dessa sensibilidade.
Nunca por essas bandas, ninguém se preocupou em contar um pouco da nossa história, como Pildas. Valendo lembrar que o próprio Pildas assentou que “Nenhuma obra de caráter histórico, por mais vigorosa que seja sua pesquisa, pode ser considerada possuidora da verdade imutável e eterna”.  Isso é humildade.
O amor à terra natal, ou o amor ao torrão natal, é um sentimento que jamais deve ser desentranhado dos corações dos verdadeiros coreauenses.
Nem disso Pildas esqueceu, pois na obra mencionada, transcreveu uma frase de Fiodor Dostoievski (1821-1881) assim: “Aquele que abriu mão de sua terra natal, abriu mão de seu Deus."
Ademais, nas mais belas canções já produzidas e nos mais belos outros textos da arte literária, diversos autores e/ou pensadores, traduziram ou traduzem, com efervescência, o imenso carinho pelo lugar de onde emergiram. Roberto Carlos, ao escrever a letra de “O portão”, inferiu que a origem do eu-lírico trata-se do mais interessante espaço do mundo físico.
Entender e compreender Coreaú, nas suas mais variadas nuances, é navegar por mares não de procelas, mas sim de bonanças. 

Ufano-me de Coreaú.

Fernando Machado Albuquerque
Professor e membro da Academia Palmense de Letras (APL)


Fonte: RMnoFoco
 


terça-feira, 16 de setembro de 2014

PROCISSÃO MARCA O ENCERRAMENTO DO FESTEJO DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE




                                             Foto: Facebook da Elitânia Bezerra

Uma procissão com a participação de grande número de fiéis marca o encerramento dos festejos de Nossa Senhora da Piedade na tarde de ontem dia 15 de setembro de 2014. A tradicional procissão contou com a participação dos grupos pastorais e devotos de Nossa Senhora, tendo a frente o Pe. Lucione, Pe. Marcone e Pe. Florêncio.
Foram dez dias de religiosidade, fé e devoção a Virgem da Piedade, momento em que os fiéis sentem-se abastecidos pelas graças de nossa excelsa padroeira além do reencontro com amigos e conterrâneos que nesse período visitam a nossa cidade.